Resumo de Livros

Salmo 51 – Um Grito de Perdão

Salmo 51 – Um Grito de Perdão

Este é o quarto e o mais profundo dos Salmos Penitenciais. As profundezas da experiência individual, o senso do pecado e o pedido de perdão não são superados em nenhum outro salmo. Este é o primeiro salmo de outra coleção levando o nome de Davi, Salmos 51-70. As opiniões são muitas quanto à ocasião que deu origem a esta confissão. Para alguns ele tem um significado corporativo; para outros ele teve origem na bem conhecida experiência de Davi; para outros, ainda, descreve um crente que Continue lendo

Salmo 51 – Um Grito de Perdão

Salmo 51 – Um Grito de Perdão

Este é o quarto e o mais profundo dos Salmos Penitenciais. As profundezas da experiência individual, o senso do pecado e o pedido de perdão não são superados em nenhum outro salmo. Este é o primeiro salmo de outra coleção levando o nome de Davi, Salmos 51-70. As opiniões são muitas quanto à ocasião que deu origem a esta confissão. Para alguns ele tem um significado corporativo; para outros ele teve origem na bem conhecida experiência de Davi; para outros, ainda, descreve um crente que Continue lendo

Panorama Bíblico da epístola de Tiago

Panorama Bíblico da epístola de Tiago

I – Introdução A primeira menção nominal à epístola de Tiago aparece no início do terceiro século. Entre os primeiros textos cristãos não-canônicos, o Pastor de Hermas é o que mais apresenta paralelos com Tiago, encontra-se vários temas característicos de Tiago; estímulos à oração com fé. Entre o quarto e quinto século a influência de Jerônimo foi importante na aceitação final pela igreja da epístola de Tiago. Em um documento que devia possuir uma certa importância, Jerônimo identificou o autor como o “irmão” do Senhor. Continue lendo

O PERÍODO GREGO (331-167 a.C.)

O PERÍODO GREGO (331-167 a.C.)

Em 336 a.C., quando Jadua era o sumo sacerdote, Filipe II da Macedônia foi assassinado quando fazia planos para invadir a Pérsia. Seu filho, Alexandre, sucedeu-o com a idade de 20 anos. Ele uniu toda a Macedônia e a Grécia e, em 334 a.C., atravessou o Helesponto, para libertar as colônias gregas da Ásia Menor. Com apenas 35.000 homens, Alexandre derrotou três generais de Dario III, em Granico, em 334 a.C., após passar uma noite sem dormir e ter tido uma visão de um ancião, Continue lendo

Evidências da inspiração da Bíblia

Evidências da inspiração da Bíblia

A palavra inspiração significa “soprado por Deus”, ou seja, “que passou pelo hálito de Deus”. É o processo mediante o qual as Escrituras, a saber, os escritos sagrados, foram revestidos de autoridade divina no que concerne à doutrina e à prática (2Tm 3.16,17). Esse revestimento divino foi dado aos escritos, não aos escritores. No entanto, estes foram movidos pelo Espírito para escreverem suas mensagens vindas de Deus. Por Uso, a inspiração, quando vista como processo total, é fenômeno sobrenatural ocorrido quando escritores movidos pelo Espírito Continue lendo

Parábola da cabeça e da barba rapada

Parábola da cabeça e da barba rapada

Essa texto está em Ez 5:1-17 O amplo emprego que o profeta faz das ações parabólicas exige nossa cuidadosa atenção. Nenhum outro autor recorreu com tanta frequencia ao método parabólico de instrução quanto Ezequiel. Intimamente relacionado com o capítulo anterior, esse que agora passamos a estudar intensifica, com novos símbolos, a denúncia de condenação contra os judeus. Juízos mais severos que as aflições do Egito viriam sobre o povo por causa de seus pecados.A “faca afiada […] como navalha de barbeiro” significa qualquer instrumento cortante, Continue lendo

Parábola do vestido velho e dos odres velhos

Parábola do vestido velho e dos odres velhos

Essa texto está em Mt 9:16,17 Falando com as mesmas pessoas, referindo-se aos mesmos religiosos, com cuja política não simpatizava, Jesus usou as figuras do vestido e dos odres remendados para realçar seu ensino sobre a natureza do rei­no. “Aos contrários à alegria dos seus discípulos, Jesus respondeu que a verdadeira alegria era inevitável enquanto estivesse com eles; e que todo o sistema que ele estava crian­do não era algo saturado de coisas velhas, mas totalmente novo.” Ellicott acredita que há íntima rela­ção entre essa Continue lendo

Parábola do médico e do noivo

Parábola do médico e do noivo

Essa texto está em Mt 9:10-15 Há uma relação vital entre a pergunta dos fariseus —”Por que o vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?”— e a dos discípulos de João —”Por que nós e os fariseus jejuamos, mas os teus discípulos não jejuam?”. Há uma convivência com pecadores que os confirma em seus pecados —e deve ser evitada. Há também a convivência com pecadores que os tira dos seus pecados —é esse o convívio aludido aqui que deve ser apreciado. Um Continue lendo

Parábola da pedra de moinho e da ovelha perdida

Parábola da pedra de moinho e da ovelha perdida

Essa texto está em Mt 18:1-14 As ilustrações da pedra de moinho, a de amputar um membro do corpo, a de arrancar fora um olho e a das ovelhas extraviadas ocorrem na narrativa sobre a resposta de nosso Senhor à pergunta dos discípulos sobre quem era o maior no reino. Esse capítulo poderia muito bem ser chamado “O Texto da Criança“, porque Jesus tomou um menino e o colocou no meio dos discípulos e ensinou-lhes sobre a humildade que precisavam possuir. Ao almejar grandeza, eles Continue lendo

Estudo sobre a Habitação nos tempos bíblicos

Estudo sobre a Habitação nos tempos bíblicos

Casas e telhados Nos tempos bíblicos as casas eram constituídas de somente um cômodo, e eram pequenas. Tinham aproximadamente 15 m quadrados, uma escada lateral e externa levava ao telhado que era normalmente um segundo cômodo de toda casa naquela época, todas as atividades da família eram realizadas fora da casa, portanto à moradia era usada somente para dormir e para as refeições. Por dentro o piso tinha dois níveis no mais alto dormia toda a família, todos juntos e no mais baixo poderia dormir Continue lendo

Desenvolvimentos religiosos no Novo Testamento

Desenvolvimentos religiosos no Novo Testamento

O Novo Testamento demonstra uma marcante diferença na atmosfera religiosa, em comparação com a do Velho Testamento. Isto é visto nas várias instituições, grupos e pela ênfase na tradição oral.             INSTITUIÇÕES A Sinagoga — Embora a tradição judaica afirme que a sinagoga teve origem mosaica, ela parece ter começado a existir durante o período babilônico ou persa. Até o tempo do exílio, a adoração e a instrução religiosa judaicas centralizam-se em torno do Tabernáculo ou do Templo de Salomão. Na Babilônia, a instrução religiosa Continue lendo

Não ameis o mundo

Não ameis o mundo

João agora se volta de uma descrição da igreja para uma descrição do mundo e instruções sobre a atitude da igreja para com o mundo. Ao fazê-lo, ele muda de afirmações sobre a posição dos cristãos para exortações sobre o comportamento deles. O tempo verbal característico deste parágrafo não é o perfeito do indicativo, mas o presente do imperativo: não ameis o mundo. O povo cristão entrou numa grande herança com o perdão de pecados, a comunhão de Deus e a vitória sobre o maligno, Continue lendo

A arqueologia descobriu o lugar da Arca?

A arqueologia descobriu o lugar da Arca?

Desde o cativeiro babilônico, há 2.500 anos, a localização exata da arca tem permanecido desconhecida. Embora persistam rumores de que a Arca da Aliança foi encontrada aqui ou ali, nenhuma evidência arqueológica foi apresentada para substanciar quaisquer dessas reivindicações. Contudo, hoje podemos fazer uma ideia de onde a arca ficava dentro do antigo Santo dos Santos. É possível deduzirmos o local do edifício do Templo e seu Santo dos Santos, então é possível localizarmos onde a arca foi colocada dentro desta estrutura. De acordo com Continue lendo

A conduta de Jacó e Raquel em Gênesis 31

A conduta de Jacó e Raquel em Gênesis 31

Na verdade, a evidência de que Deus abençoou a “mentira de Raquel” é improvável. Certamente, Raquel não viveu muito tempo depois desse episódio em Gileade, pois morreu ao dar à luz seu segundo filho, Benjamim (Gn 35.16-19). Isso significa que ela tivera mais uns poucos anos de vida depois de haver roubado (inutilmente, sem um propósito definido) os ídolos da casa de seu pai — os quais com certeza acabaram enterrados debaixo do carvalho, perto de Siquém, juntamente com os da própria casa de Jacó Continue lendo