Versículos bíblicos sobre arrebatamento

Versículos bíblicos sobre arrebatamento

Viveu ao todo 365 anos. Enoque andou com Deus e já não foi encontrado, pois Deus o havia arrebatado.(Gênesis: 5.23-24) Introdução: Jesus foi crucificado, morto, sepultado, ressuscitou dos mortos e nos deixou uma promessa. A de que um dia Ele voltará e levará junto consigo aqueles que O amam. A Palavra de Deus diz que quanto isso acontecer os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois disso, os que estiverem vivos serão arrebatados, juntamente com Ele nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares e assim estaremos com o Senhor para sempre. Esse acontecimento é conhecido como “arrebatamento”. Sendo assim, relacionamos alguns versículos que abordam esse assunto vital para todo o cristão. Depois dessas coisas olhei e diante de mim estava uma porta aberta no céu. A voz que eu tinha ouvido no princípio, falando comigo como trombeta, disse: “Suba para cá e lhe mostrarei o que deve acontecer depois dessas coisas”. (Apocalipse: 4.1) Versículos sobre arrebatamento no Antigo Testamento: De repente, enquanto caminhavam e conversavam, apareceu um carro de fogo, puxado por cavalos de fogo, que os separou e Elias foi levado aos céus num redemoinho. (2 Reis: 2.11) Versículos sobre o arrebatamento nos Evangelhos: Tendo-os levado até as proximidades de Betânia, Jesus levantou as mãos e os abençoou. (Lucas: 24.50) Estando ainda a abençoá-los, ele os deixou e foi elevado ao céu. (Lucas: 24.51) Então eles o adoraram e voltaram para Jerusalém com grande alegria. (Lucas: 24.52) “Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus, creiam também em mim. (João: 14.1) Na casa de meu Pai há muitos aposentos, se não fosse assim, eu lhes teria dito. Vou preparar-lhes lugar. (João: 14.2) E se eu for e lhes preparar lugar, voltarei e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver. (João: 14.3) Versículos sobre o arrebatamento em Atos dos Apóstolos: Tendo dito isso, foi elevado às alturas enquanto eles olhavam e uma nuvem o encobriu da vista deles. (Atos: 1.9) E eles ficaram com os olhos fixos no céu enquanto ele subia. De repente surgiram diante deles dois homens vestidos de branco. (Atos:1.10) Que lhes disseram: “Galileus por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado ao céu, voltará da mesma forma como o viram subir”. (Atos: 1.11) Versículos sobre o tema nas Cartas de Paulo: Conheço um homem em Cristo que há quatorze anos foi arrebatado ao terceiro céu. Se foi no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe. (2 Coríntios: 12.2) E sei que esse homem — se no corpo ou fora do corpo, não sei, mas Deus o sabe — (2 Coríntios: 12.3) foi arrebatado ao paraíso e ouviu coisas indizíveis, coisas que ao homem não permitido falar. (2 Coríntios: 12.4) Dizemos a vocês, pela palavra do Senhor, que nós, os que estivermos vivos, os que ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos os que dormem. (1 Tessalonicenses: 4.15) Pois, dada a ordem, com a voz do Continue lendo

Como o contexto Religioso influi na interpretação das passagens bíblicas

Como o contexto Religioso influi na interpretação das passagens bíblicas

1. Por que Moisés deu um mandamento tão estranho quanto este: não cozerás o cabrito no leite da sua própria mãe” (Êx 23.19; 34.26; Dt 14.21)? Existem referências a essa prática em escritos descobertos na antiga cidade de Ugarite, próxima à atual Ras Shamra, no Líbano. De acordo com essa descoberta arqueológica, tal hábito era parte de um ritual cananeu. Evidentemente, então, Deus não queria que os israelitas participassem de nenhuma prática religiosa dos cananeus. Outro motivo poderia ser o fato de Deus não querer que os israelitas misturassem uma substância que sustenta a vida (o leite) com um processo associado à morte (cozimento). Como escreveu Filo, filósofo judeu do século I, é “totalmente inconcebível que a substância que alimentou o animal seja utilizada para sazoná-lo ou temperá-lo depois de morto”. 2. Qual a razão de Deus ter lançado as dez pragas sobre o Egito? Quer dizer, por que ele enviou justamente aquelas pragas em vez de outras? Parece que a resposta está no fato de que eram consideradas polêmicas ou atos de contestação da validade dos deuses e deusas egípcios. Com as pragas, Deus estava atacando e expondo a incapacidade e, consequentemente, a falsidade dos deuses e deusas egípcios. O quadro a seguir relaciona os deuses que foram atacados pelas pragas. Essas surtiriam grande efeito entre os egípcios. Por exemplo, eles acreditavam que o rio Nilo era protegido por vários deuses e deusas. Mas, quando Deus o transformou em sangue, ficou evidente a incapacidade desses guardiães de cumprirem o papel que o povo lhes atribuía. Por que o gado haveria de morrer (na quinta praga) se a deusa egípcia Hátor, que tinha cabeça de vaca, era a protetora desses animais, e por que o gado morreria na presença do deus-touro egípcio Apis, que simbolizava a fertilidade? O objetivo dessa praga foi mostrar que Hátor e Apis eram deuses falsos. A chuva de pedras que destruiu as plantações, na sétima praga, mostrou que várias deusas e deuses foram incapazes de controlar as tempestades no céu e evitar a catástrofe no campo. Entre esses estavam Nut, a deusa do céu; Osiris, o deus da boa safra; e Seti, o deus das tempestades. Na décima praga, ísis, que era uma das principais divindades e que se acreditava ser a protetora das crianças, não pôde evitar a morte dos primogênitos de todas as famílias egípcias. O conhecimento desses fatos ajuda-nos muito a entender as pragas. 3. Por que Elias propôs que o monte Carmelo fosse o local de sua disputa com os 450 profetas de Baal? Os seguidores de Baal acreditavam que este habitasse no monte Carmelo. Portanto, Elias deixou que eles “jogassem em casa” . Se Baal não conseguisse fazer cair um raio sobre um sacrifício em seu próprio território, sua fraqueza se tomaria evidente. Outro ponto interessante é que os cananeus viam a Baal como o deus da chuva, dos raios, do fogo e das tempestades. Como até pouco antes desse episódio dramático houvera uma seca de três anos e meio, Continue lendo

Versículos bíblicos sobre compaixão

Versículos bíblicos sobre compaixão

Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão. (Lucas: 10.33) Introdução: Deus é misericordioso e tem compaixão de toda a humanidade. Ele não tem nenhum prazer em ver o sofrimento do homem. Por isso, Ele enviou o Seu filho, que, ao morrer pelos nossos pecados, deu ao ser humano a possibilidade de ter a vida eterna. E ele espera que cada pessoa tenha compaixão pelo seu próximo e se importe com a vida do seu irmão. Versículos sobre compaixão no Antigo Testamento: Um homem desesperado deve receber misericórdia de seus amigos, muito embora ele tenha abandonado o temor do Todo-poderoso. (Jó: 6.14) Afrontas me quebrantaram o coração e estou fraquíssimo, esperei por alguém que tivesse misericórdia, mas não houve nenhum e por consoladores, mas não os achei. (Salmos: 69.20) Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem. (Salmos: 103.13) Mais versículos bíblicos sobre a compaixão: E não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, onde estão mais de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda e também muitos animais? (Jonas: 4.11) Porque o Senhor fará justiça ao seu povo e se compadecerá de seus servos, quando vir que o poder deles se foi e não há preso nem desamparado. (Deuteronômio: 32.36) Porém tu, Senhor, és um Deus cheio de compaixão, piedoso, sofredor e grande em benignidade e em verdade. (Salmos: 86.15) Ao se aproximar da porta da cidade, estava saindo o enterro do filho único de uma viúva e uma grande multidão da cidade estava com ela. (Lucas: 7.12) Ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e disse: “Não chore”. (Lucas: 7.13) Versículos sobre compaixão nos Evangelhos: O servo prostrou-se diante dele e lhe implorou: Tem paciência comigo e eu te pagarei tudo. (Mateus: 18.26) O senhor daquele servo teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir. (Mateus: 18.27) Naqueles dias, outra vez reuniu-se uma grande multidão. Visto que não tinham nada para comer, Jesus chamou os seus discípulos e disse-lhes: Marcos: 8.1) Tenho compaixão desta multidão, já faz três dias que eles estão comigo e nada têm para comer”. (Marcos: 8.2) Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? (Mateus: 18.33) Jesus teve compaixão deles e tocou nos olhos deles. Imediatamente eles recuperaram a visão e o seguiram. (Mateus: 20.34) Versículo sobre compaixão nas Cartas de Paulo: E então, que diremos? Acaso Deus é injusto? De maneira nenhuma! Pois ele diz a Moisés: “Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão”. (Romanos: 9.14-15) E fá-los-ei em pedaços atirando uns contra os outros e juntamente os pais com os filhos, diz o Senhor. Não perdoarei, nem pouparei, nem terei deles compaixão, para que não os destrua. (Jeremias: 13.14) E vendo as multidões, teve grande compaixão delas, porque Continue lendo

O termo “filhos de Deus” em Gênesis 6.2

O termo “filhos de Deus” em Gênesis 6.2

Gênesis 6.1, 2 diz: “Quando os homens começaram a multiplicar-se na terra e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram bonitas, e escolheram para si aquelas que lhes agradaram”. O termo “filhos de Deus” (benê ’ elōhîm) é empregado no AT para anjos ou homens, verdadeiros crentes, compromissados totalmente com a obra de Deus. Entre as passagens que se referem a anjos como benê ’elōhîm estão Jó 1.6; 2.1; 38.7; Salmos 29.1; 89.6 (89.7 no TM). O TM não contém esta frase em Deuteronômio 32.43, mas um fragmento do hebraico encontrado na caverna quatro de Qumran diz: “Clamai alegremente, ó céus, com ele, e adorai-o, ó filhos de Deus [benê ’elōhîm], e a ele tributai poder, todos vós, filhos do Todo-Poderoso [benê ’ēlîm]. Clamai de alegria, ó nações, e a ele tributai poder, todos vós, anjos de Deus [kol-mal akê ’ēl]”. Esse texto é consideravelmente maior que o hebraico (TM) nesse versículo, mas pode ser o original. Provavelmente teria sido o texto citado em Hebreus 1.6 — embora Salmos 97.7 também tenha sido a fonte desse versículo. Mas as ocorrências de benê ’elōhîm com referência a homens que têm um relacionamento de aliança com Deus são tão numerosas no AT quanto aquelas que se referem a anjos (cf. Dt 14.1; 32.5; Sl 73.15; Os 1.10 [em TM 2.1 ] — e, cremos, Gn 6.2 também). As razões por que entendemos que Gênesis 6.2 refere-se a membros da família da aliança, descendentes da linhagem de Sete, são muito fortes. As Escrituras ensinam com clareza que os anjos são espíritos, “espíritos ministradores, enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação” (Hb 1.14). Embora possam de vez em quando aparecer sob forma corpórea semelhante a homens, não têm corpo físico e, por isso, não conseguem manter relações sexuais com mulheres. A especulação rabínica de que Gn 6.2 faz referência a anjos constitui uma curiosa intrusão de superstição pagã sem nenhuma base nas Escrituras. A ideia de seres humanos incomuns dotados de estatura gigantesca (neppilîm, v. 4) terem resultado desses casamentos não se baseia em nenhuma evidência de paternidade angelical. Não consta que os filhos de Anaque ou Golias e seus irmãos tivessem ligação com os anjos por causa de sua grande estatura; tampouco há razões para supor que os gigantes antediluvianos tinham ascendência angélica. O que Gênesis 6.1, 2, 4 registra é a primeira ocorrência de casamento misto entre crentes e incrédulos e o resultado característico de tais uniões: total falta de testemunho do Senhor e pleno desprezo pelos padrões morais. Em outras palavras, os “filhos de Deus” dessa passagem eram descendentes da linhagem piedosa de Sete. Em vez de permanecer fiéis ao Senhor e leais à sua herança espiritual, permitiram-se ser tentados e seduzidos pela beleza de mulheres ímpias, as “filhas dos homens” — a saber, as seguidoras da tradição e do exemplo de Caim. O resultado desses casamentos foi a depravação da natureza humana, no tocante às gerações mais jovens, até que Continue lendo

Versículos bíblicos sobre liderança

Versículos bíblicos sobre liderança

Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina.(1 Timóteo: 5.17) Introdução: Liderança é a arte de influenciar pessoas na busca de objetivos. É uma tarefa muito difícil, já que o nível de exigência é muito alto e requer muito esforço do líder. Muitas pessoas se encantam com o que a liderança oferece e se esquecem do ônus que o líder carrega em seus ombros. Porém, a sua figura é fundamental para qualquer segmento que esteja voltado para a conquista de resultados. É por isso que as organizações investem milhões na formação de líderes, por saber da sua importância para elas. Versículos sobre liderança no Antigo Testamento: E tu dentre todo o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que odeiem a avareza e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinquenta e maiorais de dez. (Êxodo: 18.21) Para que julguem este povo em todo o tempo e seja que todo o negócio grave tragam a ti, mas todo o negócio pequeno eles o julguem, assim a ti mesmo te aliviarás da carga e eles a levarão contigo. (Êxodo: 18.22) Como suportaria eu sozinho os vossos fardos, as vossas cargas e as vossas contendas? (Deuteronômio: 1.12) Tomai-vos homens sábios e entendidos, experimentados entre as vossas tribos, para que os ponha por chefes sobre vós. (Deuteronômio: 1.13) Pobre da terra cujo rei é jovem demais e cujos líderes fazem banquetes logo de manhã. (Eclesiastes: 10.16) Feliz é a terra cujo rei é de origem nobre e cujos líderes comem no devido tempo, para recuperar as forças e não para embriagar-se. (Eclesiastes: 10.17) Quando não há conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam. (Provérbios: 15.22) Versículos sobre liderança nas Cartas Gerais: Portanto, apelo para os presbíteros que há entre vocês e o faço na qualidade de presbítero como eles e testemunha dos sofrimentos de Cristo, como alguém que participará da glória a ser revelada. (1 Pedro: 5.1) Pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados. Olhem por ele, não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer. Não façam isso por ganância, mas com o desejo de servir. (1 Pedro: 5.2) A razão de tê-lo deixado em Creta foi para que você pusesse em ordem o que ainda faltava e constituísse presbíteros em cada cidade, como eu o instruí. (Tito: 1.5) É preciso que o presbítero seja irrepreensível, marido de uma só mulher e tenha filhos crentes, que não sejam acusados de libertinagem ou de insubmissão. (Tito: 1.6) Por ser encarregado da obra de Deus, é necessário que o bispo seja irrepreensível, isto é, não orgulhoso, não briguento, não apegado ao vinho, não violento, nem ávido por lucro desonesto. (Tito: 1.7) É preciso, porém, que ele seja hospitaleiro, amigo do bem, sensato, justo, consagrado, tenha domínio próprio. (Tito: 1.8) E apegue-se firmemente à mensagem fiel, da maneira como foi ensinada, para que seja capaz Continue lendo

Como contar histórias para crianças, Ensinando através dos Cânticos e Memorização Bíblica Infantil

Como contar histórias para crianças, Ensinando através dos Cânticos e Memorização Bíblica Infantil

COMO CONTAR HISTÓRIAS BÍBLICAS PARA CRIANÇAS? POR QUE CONTAR HISTÓRIAS? As crianças gostam de ouvir seus avôs, pais, mães, contando histórias bíblicas, de heróis, princesas, da vida deles mesmos e de quando eram crianças. Os jovens e adultos também gostam de ouvir, pois em todos ainda resta um pouco de emoção, fantasia e de felicidade ao ouvir histórias. É preciso fazer uma seleção do que contar, levando-se em conta o interesse do ouvinte, a sua faixa etária e suas condições sócio-econômicas.  QUE TIPO DE HISTÓRIA CONTAR? • Até 3 anos – idade pré-mágica: Histórias que tenham bichinhos, objetos, crianças, enredos que façam parte da vida da criança, textos curtíssimos • 3 a 4 anos – idade do fascínio: Os textos devem ser curtos e atraentes, pode-se usar gravuras de preferência grandes. Histórias que tenham bichos, brinquedos e objetos e usem expressões repetitivas. • 5 a 6 anos – idade realista: Histórias da vida real, falando do lar, etc. Os textos devem ser curtos e ter muita ação o enredo deve ser simples. Até os 6 anos a criança gosta de ouvir a mesma história várias vezes. Ao contar uma História o professor / evangelista deve seguir a seguinte ordem: Começo – Bem empolgante; Meio – Passar o objetivo da história; Fim – Trazer a moral da história, falando sempre às crianças salvas e não salvas.  A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NO MINISTÉRIO CRISTÃO INFANTIL Naturalmente as crianças gostam de ouvir histórias bem contadas. Há quem o diga, que todos, do bebê ao idoso, gostam de ouvi-las.A Contação de Histórias é uma atividade bem antiga, que reunia familiares, amigos ou até mesmo pessoas desconhecidas em praças públicas. Elas serviam para o entretenimento, para o fortalecimento de vínculos, para aguçar a imaginação e a criatividade, para falar de assuntos do cotidiano, tais como o amor, a amizade, ou até mesmo, a morte.Atualmente, o hábito de se contar histórias tem se perdido. Vivemos num contexto social que desfavorece a comunicação oral, que é a essência da contação de histórias. Há um movimento, principalmente de arte-educadores (contadores de histórias), numa tentativa de resgate dessa atividade, o que se constitui também um desafio para o Ministério Cristão infantil, mas com um propósito bem maior, de edificação completa do ser criança, através do ensino da Palavra de Deus. DIFERENÇA ENTRE LER E CONTAR HISTÓRIAS Ler uma história para as crianças é uma forma de apresentar a obra conforme sua linguagem original, nas palavras do autor. Já contar histórias envolve a Improvisação, a interação com a turma e a possibilidade de agregar outros elementos ao enredo. TIPOS DE HISTÓRIAS No Ministério Cristão Infantil trabalhamos com Histórias Bíblicas Evangelísticas e de Crescimento Espiritual. Algumas vezes utilizamos também Historietas, ou seja, pequenas histórias que servem como ilustração de fatos do cotidiano infantil que tem relação direta com o que desejamos ensinar às crianças através das Histórias. O ideal é que as Historietas sejam utilizadas nas introduções das Histórias. São muito válidas também as Histórias Objetivas, que terminam com uma lição moral Continue lendo

Introdução ao livro de Êxodo.

Introdução ao livro de Êxodo.

Enquanto estas palavras estão sendo escritas é Páscoa novamente na terra. Por todo o mundo, judeus (e muitos cristãos, veja 1 Coríntios 5.7-8) estão celebrando a redenção da escravidão no Egito. Numa cerimônia que a comunidade judaica tem celebrado em sucessão inquebrável por quase 3.500 anos, a Páscoa comemora o evento que foi o marco do início da nação judaica — o êxodo. É curioso, então, que mesmo sendo mantida a Seder (a refeição tradicional) e lida a Hagaddah (a história recontada), alguns eruditos judeus e cristãos acreditem que o êxodo nunca aconteceu! Por exemplo, o Rabi Sherwin Wine, fundador do judaísmo humanista, tem discutido que o êxodo tenha sido “criado por sacerdotes escribas em Jerusalém” que usaram “uma série de velhas lendas e distorceram lembranças que não tinham nenhuma relação com história.” Os eruditos em Antigo Testamento N.P. Lemche e G.W. Ahlstrom consideram o êxodo uma “ficção” e “preocupado com mitologia ao invés do relato de fatos históricos.” Anos atrás, o erudito judeu Hugh Schonfield escreveu um livro chamado The Passover Plot (A Conspiração da Páscoa), no qual ele concluiu erroneamente que Jesus havia encenado sua morte e ressurreição. Mas se a visão destes eruditos concernente ao êxodo estiver correta, então aquela terá sido a primeira conspiração da Páscoa! A arqueologia explica um texto difícil A narrativa bíblica das dez pragas é uma das mais memoráveis e fundamentais partes da história do êxodo. Quem não se lembra do rio que virou sangue, as hordas de gafanhotos, e o meu favorito pessoal quando criança — as pilhas de rãs! Será que esta é somente uma história supersticiosa ou houve um ambiente histórico para estas pragas incomuns? Olhando através de lentes arqueológicas para a religião do Egito, podemos entender as pragas como uma polêmica divina (ataque) contra os deuses fabricados dos egípcios (na tumba de Séti eu fotografei pelo menos 74). Associações entre pragas individuais e deuses específicos cujo controle dos elementos foram disputados ou destruídos por pragas podem ser feitas com base em nossas informações sobre estas deidades nos registros arqueológicos. Todavia, há um incidente registrado na Bíblia que corre através de toda a narrativa das pragas — o relato do endurecimento do coração de Faraó. A despeito da discussão sobre quem primeiro endureceu o coração de Faraó, se Deus ou ele próprio, a razão para o ato tem geralmente cativado os comentaristas bíblicos. Porém, se compreendermos que este também é um ato polêmico, como as pragas que o acompanharam, então podemos procurar por pistas no registro arqueológico egípcio assim como para seu possível significado. Os antecedentes egípcios A visão egípcia do poder de Faraó O que descobrimos é que Faraó era considerado como a encarnação do deus sol Rá e Horus-Osíris, os deuses mais importantes do Egito. Assim, ele era visto como o principal deus do mundo. O mundo de Faraó era visto como “uma força criadora,” o mundo de um deus, que controlava a história assim como os elementos naturais e não podia ser revertido ou dominado por Continue lendo

Versículos bíblicos para controlar nossas emoções

Versículos bíblicos para controlar nossas emoções

Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo.(Tiago: 3.2) Introdução: Assim como outras áreas da nossa vida precisam estar sob controle, o mesmo acontece com as nossas emoções. É claro que isso é mais fácil para algumas pessoas, já para outras não. Ocorre que o diabo sabe quais são os nossos pontos fracos e, então, procura atingir justamente neles. Por isso, se faz necessária extrema vigilância quanto a isso, por que se não, o inimigo conseguirá nos atingir. Sendo assim, relacionamos alguns versículos que mostram a necessidade de se ter as nossas emoções sob controle. E uma forma de nos ajudar nessa área, seria ler, diariamente, alguns desses versos, para que não nos esqueçamos dessa necessidade. Esperamos que o texto seja útil para você, mas não esqueça que existe uma parte que nos cabe nesse processo. Versículos para controlar as emoções no Antigo Testamento: A língua dos sábios torna atraente o conhecimento, mas a boca dos tolos derrama insensatez. (Provérbios: 15.2) A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira. (Provérbios: 15.1) Melhor é o homem paciente do que o guerreiro, mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade. (Provérbios: 16.32) Quem é irritadiço faz tolices, e o homem cheio de astúcias é odiado. (Provérbios: 14.17) O homem irado provoca brigas, e o de gênio violento comete muitos pecados. (Provérbios: 29.22) O homem irritável provoca dissensão, mas quem é paciente acalma a discussão. (Provérbios: 15.18) Não permita que a ira domine depressa o seu espírito, pois a ira se aloja no íntimo dos tolos. (Eclesiastes: 7.9) A sabedoria do homem lhe dá paciência, sua glória é ignorar as ofensas. (Provérbios: 19.11) Evite a ira e rejeite a fúria, não se irrite: isso só leva ao mal. (Salmos: 37.8) Versículos para controlar as emoções nos Evangelhos: Mas eu lhes digo: Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra. (Mateus: 5.39) Versículos para controlar a emoções nas Cartas Gerais: A língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. (Tiago: 3.5) Assim também, a língua é um fogo, é um mundo de iniquidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno. (Tiago: 3.6) Com a língua bendizemos ao Senhor e Pai e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. (Tiago: 3.9) Da mesma boca procedem bênção e maldição. Meus irmãos, não pode ser assim! (Tiago: 3.10) Acaso pode sair água doce e água amarga da mesma fonte? (Tiago: 3.11) Versículos sobre o tema nas Cartas de Paulo: Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor. (Efésios: 4.2) É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, sóbrio, Continue lendo

Ressurreição e exaltação do Filho de Deus

Ressurreição e exaltação do Filho de Deus

Quais são as principais características da espiritualidade e da missão cristã, na atualidade, à luz da ressurreição e exaltação do Filho de Deus? Para essa reflexão utilizarei o Hino Cristológico encontrado em Fp 2.6-11. Esse hino é dividido em duas estrofes (6-8, 9-11) e relata três momentos temporais da existência de Jesus Cristo. Pré-existência – Cristo antes da criação do mundo.Existência terrena – iniciada com a encarnação e consumada com a morte e ressurreição.Exaltação – após a ascensão de Jesus, que volta a viver com o Pai. A concepção teológica do hino tem seu pano de fundo no conceito judaico da humilhação e exaltação do justo, também adotada pela tradição sinótica em sua narrativa da morte de Jesus Cristo. O hino se baseia na ideia veterotestamentária- humilhação e exaltação dos justos. Jesus se solidarizou com a humanidade, tornando-se sujeito a todos os poderes que escravizavam a humanidade. O preexistente Filho de Deus assumiu a morte humana, a nossa sentença pelo pecado (2Co 5.21). Quando Paulo introduz no hino morte de cruz, ele introduz sutilmente a dimensão soteriológica da encarnação e morte de Jesus Cristo. Esse hino demonstra que o nome de Jesus Cristo é superior a tudo, ele é o Rei Eterno, que foi humilhado porque resolveu cumprir nossa sentença e sua obediência e fidelidade o levou a exaltação por intermédio de Deus. A ressurreição é o surgimento do escatológico, trazendo esperança, afirmando a eternidade. A ressurreição de Jesus Cristo aparece antes de mais nada como uma ação libertadora. Pois o mesmo Deus que ressuscitou o injustiçado por nós Jesus Cristo, nos ressuscitará mediante Jesus Cristo Rm 4.24, Rm 4.17. Essa ação aponta para o futuro para a ressurreição final dos mortos de modo que só no fim Deus será tudo em todos 1Co 15.28. A ressurreição de Jesus Cristo nos ensina três coisas. Que a vida de Jesus foi verdadeira vida – ser humano consiste em viver como Jesus, andar nos seus padrões, renunciar, amar, mesmo diante das afrontas não responder a altura das injustiças, manter a piedade em meio as mais diversas situações.Exaltação – é a manifestação da verdade da vida de Jesus- Jesus foi exaltado porque Ele se solidarizou como o sofrimento da humanidade e se manteve fiel ao propósito e objetivo que o Pai tinha pra Ele.Esperança – Jesus se converte em símbolo da possibilidade de salvação. A fé dos cristãos está firmada na esperança da ressurreição, ela nos traz esperança, nos motiva a continuar nossa caminhada, pois ela nos liberta de todos nossos temores, pois sabemos que todo sofrimento e injustiças serão apagados, pois a ressurreição de Jesus Cristo nos confirma essa certeza. E mediante a essa nossa fé na esperança da ressurreição ela nos impulsiona a proclamar a outros essa confiança e certeza que tudo terá um fim, todo choro será transformado em sorriso, toda tristeza será arrancada e cederá para a alegria, pois Jesus Cristo ressuscitou e nos garante a certeza de seremos ressuscitados por Deus mediante Jesus Cristo. Fonte Consultada: universodateologia

Versículos bíblicos sobre a vontade de Deus

Versículos bíblicos sobre a vontade de Deus

O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.(1 João: 2.17) Introdução: Como já dissemos em artigos anteriores, Deus tem um olhar otimista a nosso respeito. Ele nos criou à Sua imagem e semelhança e tem muitos planos para cada um de nós. Porém, é de suma importância que consigamos entender a Sua vontade para as nossas vidas. Sim, isso mesmo, precisamos conhecer a vontade de Deus e, então, nos alinharmos à Sua expectativa. É fácil? É claro que não, porque, certamente, teremos de mudar em muita coisa e não gostamos de mudanças. Mas precisamos nos esforçar e procurarmos trilhar o caminho traçado por Ele, por isso conhecer a Sua vontade é fundamental. Por isso, listamos algumas passagens bíblicas que tratam da vontade de Deus, para nossa reflexão. Versículos bíblicos sobre a vontade de Deus em Miqueias: 6.6-8 Com que eu poderia comparecer diante do Senhor e curvar-me perante o Deus exaltado? Deveria oferecer holocaustos de bezerros de um ano? Ficaria o Senhor satisfeito com milhares de carneiros, com dez mil ribeiros de azeite? Devo oferecer o meu filho mais velho por causa da minha transgressão, o fruto do meu corpo por causa do meu próprio pecado? Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige: Pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus. Versículos sobre a vontade de Deus em Mateus: 5.14-16 Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-a no lugar apropriado e assim ilumina a todos os que estão na casa. Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus. Versículos sobre a vontade de Deus em Romanos: 13.8-14 Não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a lei. Pois estes mandamentos: “Não adulterarás”, “não matarás”, “não furtarás”, “não cobiçarás” e qualquer outro mandamento, todos se resumem neste preceito: “Ame o seu próximo como a si mesmo”. O amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o amor é o cumprimento da lei. Façam isso, compreendendo o tempo em que vivemos. Chegou a hora de vocês despertarem do sono, porque agora a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos. A noite está quase acabando, o dia logo vem. Portanto, deixemos de lado as obras das trevas e vistamo-nos a armadura da luz. Comportemo-nos com decência, como quem age à luz do dia, não em orgias e bebedeiras, não em imoralidade sexual e depravação, não em desavença e inveja. Pelo contrário, revistam-se do Senhor Jesus Cristo e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne. Versículos bíblicos sobre o tema em 1 Pedro: 1.5-9 Por isso mesmo, empenhem-se Continue lendo

Oficialização imperial do cristianismo 02

Oficialização imperial do cristianismo 02

A Religião Imperial Para Eusébio de Cesaréia, historiador e biógrafo cristão de Constantino, ele representava o fim da era do cristianismo católico e o início da era do império Cristão 312 a 590. Começa assim a cristianização do Império e a interferência Imperial nos assuntos da igreja. Constantino tem a visão de uma cruz e vê uma frase “Nesse sinal a vitória” ele então venceu seu opositor ao trono Maxêncio, ele funda Constantinopla atual Istambul capital do Império Bizantino. Eusébio dizia que ele era o governante cristão ideal e previu o começo de uma nova era de salvação, pois via nele o cumprimento do plano de Deus para evangelização Mundial. Antes de 312 o cristianismo fora proscrito e perseguido, de repente foi favorecido e mimado, Constantino o inseriu na vida pública. Antes da “conversão” de Constantino, a igreja consistia de crentes convictos, depois chegaram aqueles que eram politicamente ambiciosos, sem interesses religiosos e ainda meio enraizados no paganismo, isso ameaçava originar não apenas futilidade e impregnação pela superstições pagãs, mas também secularização e abuso da religião por fins políticos. Somente, após a “conversão” de Constantino foram instituídos os concílios gerais das igrejas. O Concílio de Nicéia reconheceu os bispos de Alexandria, Antioquia e Roma em suas próprias áreas. Em 330 Constantino transfere sua residência Imperial para Nova Roma, antiga cidade bizantina no Bósforo. conforme o poder de Constantinopla aumentava a importância da Antiga Roma decaía, logo as igrejas viam o bispo de Constantinopla na liderança espiritual e doutrinária. A igreja chega ao poder Quando o Imperador Teodósio assumiu o poder em Constantinopla ele transformou o cristianismo na igreja do Estado, proibindo o paganismo e fez da crença do cristianismo uma questão de autoridade Imperial. Para ele havia uma estreita ligação entre sua própria vontade e a de Deus e quem descumprisse sua decisão era punido. Nós ordenamos que todas as pessoas que governamos pratiquem essa religião que o divino Pedro e os apóstolos transmitiram aos romanos. Devemos acreditar na única divindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, sob a ideia da majestade e da Santa Trindade. Nós ordenamos que todas as pessoas que seguem essa regra devem aceitar o nome de cristãos católicos, as demais, no entanto, que nós julgamos dementes e insanas, devem sofrer a desonra dos dogmas hereges, seus lugares de reunião não deve receber o nome de igreja e elas devem ser em primeiro lugar castigados pela vingança divina e, em segundo lugar, castigados por nossa própria iniciativa que nós assumimos de acordo com julgamento divino. No Ocidente, longe das cortes imperiais alguns clérigos ousaram desafiá-lo, Ambrósio Bispo de Milão, foi um deles. Em 390 ocorre um conflito na qual o governador prendeu um condutor de carruagem de uma cidade grega, por motivos de práticas homossexuais. O povo se revoltou e matou o governador por não libertar o condutor, pois estava prestes das corridas de carruagem. Teodósio se enfureceu e matou em três horas sete mil tessalonicenses. Ambrósio se posiciona contra o ato do Imperador Continue lendo

Versículos bíblicos sobre respeito aos pais

Versículos bíblicos sobre respeito aos pais

Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor teu Deus te dá.(Êxodo: 20.12) Introdução: A Palavra de Deus está repleta de versículos abordando o respeito que os filhos devem ter pelos seus pais. Entretanto, infelizmente, muitas vezes, esse mandamento de Deus não é plenamente obedecido. Quando isso acontece, a família sofre, pois, esse respeito, é condição básica para que o relacionamento entre os dois seja favorável. Nem sempre a responsabilidade é totalmente dos filhos, os pais, também, comentem os seus erros. Porém, é importante salientar, que Deus espera que isso aconteça, os filhos respeitem os pais e os pais não irritem os seus filhos. Sendo assim, tendo em vista a importância do tema, relacionamos alguns versos que tratam desse assunto: Versículos sobre respeito aos pais no Antigo Testamento: Ouça o seu pai, que o gerou, não despreze sua mãe quando ela envelhecer. (Provérbios: 23.22) Ouçam meus filhos a instrução de um pai. Estejam atentos e obterão discernimento. (Provérbios: 4.1) Levantem-se na presença dos idosos, honrem os anciãos, temam o seu Deus. Eu sou o Senhor. (Levítico: 19.32) Respeite cada um de vocês a sua mãe e o seu pai e guarde os meus sábados. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. (Levítico: 19.3) Quem amaldiçoar o seu pai ou sua mãe terá que ser executado. (Êxodo: 21.17) Os olhos de quem zomba do pai e, zombando, nega obediência à mãe, serão arrancados pelos corvos do vale e serão devorados pelos filhotes do abutre. (Provérbios: 30.17) Versículos sobre respeito aos pais nos Evangelhos: Respondeu Jesus: E por que vocês transgridem o mandamento de Deus por causa da tradição de vocês? (Mateus: 15.3) Pois Deus disse: Honra teu pai e tua mãe e quem amaldiçoar seu pai ou sua mãe terá que ser executado. (Mateus: 15.4) Mas vocês afirmam que se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: Qualquer ajuda que vocês poderiam receber de mim é uma oferta dedicada a Deus. (Mateus: 15.5) Ele não é obrigado a honrar seu pai dessa forma. Assim vocês anulam a palavra de Deus por causa da tradição de vocês. (Mateus: 15.6) Versículos sobre respeito aos pais nas Cartas de Paulo: Filhos obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. (Efésios: 6.1) Honra teu pai e tua mãe, este é o primeiro mandamento com promessa. (Efésios: 6.2) Para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra. (Efésios: 6.3) Filhos obedeçam a seus pais em tudo, pois isso agrada ao Senhor. (Colossenses: 3.20) Mas se uma viúva tem filhos ou netos, que estes aprendam primeiramente a colocar a sua religião em prática, cuidando de sua própria família e retribuindo o bem recebido de seus pais e avós, pois isso agrada a Deus. (1 Timóteo: 5.4) Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. (2 Timóteo: 3.1) Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios. (2 Timóteo: 3.2) Sem amor pela família, irreconciliáveis, Continue lendo