Gênesis 3.22 – O que significa o homem se tornou como um de nós.

Gênesis 3.22 – O que significa o homem se tornou como um de nós.

No jardim do Éden, a serpente disse a Eva que, se ela e Adão comessem do fruto proibido, seriam “como Deus” (Gn 3.5). Depois, em Gênesis 3.22, diz o Senhor: “Agora o homem se tornou como um de nós”. Será que “um de nós” implica a existência de mais de um Deus? De modo algum! O termo usual hebraico traduzido por “Deus” é elōhîm, que é o plural de elōah. Às vezes, é empregado como verdadeiro plural, com referência aos deuses imaginários dos pagãos. Mas geralmente se refere ao verdadeiro e único Deus; a terminação plural é conhecida entre os gramáticos do hebraico como “plural majestático”. À semelhança de adōnîm (“senhores” ou “Senhor”) e beālîm (plural de ba‘al, “senhor”, “amo”, “dono”, “marido”), elōhîm também pode ser usado para conferir expressão elevada à majestade de Deus. Assim, esse plural é acompanhado por adjetivos no singular e pede verbo no singular. (Refere-se também ao Deus trino e uno.) No caso da serpente, que serviu de porta-voz de Satanás, ela usou primeiro elōhîm (3.1, 5a) e inquestionavelmente tencionava uma designação de um único e verdadeiro Deus; daí ser muito provável que Satanás usasse o nome do Senhor dessa forma. Portanto, a tradução adequada de 3.5b deveria ser: “Como Deus, serão conhecedores do bem e do mal” (como aparece na ASV, na NASB, e até na Bíblia de Lutero). A oração na última parte funciona como qualificativo, i.e., “vocês serão como Deus, uma vez que terão conhecimento pessoal da lei moral e a distinção que ela faz entre o bem e o mal”. Adão e Eva não mais se encontrariam em estado de inocência, mas teriam uma experiência culposa do mal, de forma que, nesse ponto, estariam mais perto de Deus e de seus anjos no que concerne à inteira consciência moral. A quem se refere, então, o pronome “nós”, no versículo 22? É concebível que as três pessoas da Trindade estejam em evidência aqui (como em Gn 1.26), mas é também provável que esse “nós” se refira aos anjos que rodeiam o trono de Deus nos céus (cf. 1 Rs 22.19; Is 6.1-3 etc). Em algumas passagens no AT, os anjos são mencionados como benê ’elōhîm (“filhos de Deus”, e.g., Jó 1.6; 2.1; 38.6; cf. benê ēlîm — forma abreviada de elōhîm, Sl 29.1; 89.6). Em alguns casos, assim como benê Yiśrā’ēl (“filhos de Israel”) é abreviado para Yiśrā’ēl apenas (referindo-se à nação de Israel, em vez de a Jacó), assim também benê elōhîm (“filhos de Deus”, no sentido de anjos) é abreviado para elōhîm, como em Salmos 97.7. É certo que os anjos dos céus adquiriram algum conhecimento do bem e do mal. Antes da aurora da história humana, aparentemente houve uma revolta contra Deus, sob a liderança de Satanás, ou “Lúcifer” (v. Is 14.12-15, em que a referência a Lúcifer é feita ao rei de Babilônia). Provavelmente é a isso que se refere 2 Pedro 2.4: “Pois Deus não poupou os anjos que pecaram, mas os lançou no inferno, prendendo os Continue lendo

Dicas para a sua rotina de oração

Dicas para a sua rotina de oração

A Paz, como você está ? Hoje eu estava pensando em como a vida anda corrida e como temos dificuldade em manter uma rotina de oração… Mas afinal, Por que é tão importante termos essa rotina? Se a gente olhar pelo lado de que a oração é o momento em que conversamos com Deus, Deixar de ter esse tempo pode ser como se a gente se afastasse dele. Veja o exemplo de Daniel na Bíblia… Onde quer que ele estivesse e seja lá o que ele estava fazendo, Daniel se ajoelhava ao menos 3 vezes ao dia para conversar com o Pai. O resultado? Daniel e seus amigos eram sempre protegidos por Deus e acabaram sendo respeitados mesmo não adorando o deus daquele povo. Além disso, Daniel era íntimo de Deus e vivia uma vida muito mais leve, tudo isso por conta do relacionamento com Ele. E convenhamos, A vida de Daniel não me parecia ser nada simples. Muito menos parecia que ele tinha tempo de sobra, E mesmo assim tinha sua rotina de oração e intimidade com Deus. Tudo foi uma questão de hábito. Daniel não se importava com o lugar que estava, Se era em uma cova ou em uma fornalha… Ele simplesmente confiava e se ajoelhava para falar com Deus. Mas nem sempre é tão simples assim gerar esse relacionamento, Para criar um hábito é preciso se esforçar e colocar esse momento na sua rotina. E esse momento de oração precisa estar ligado a leitura da palavra de Deus, Certo? Até porque ler a Bíblia é o momento em que Deus fala conosco. Então, quanto mais íntimos nós somos do Pai, mais liberdade teremos para falar com Ele. E se você está com dificuldades para conhecer e entender melhor a bíblia, eu posso te indicar Curso Formação em Teologia da Universalidade da Bíblia. Essa pode ser a sua chance de mergulhar na palavra. E uma ótima oportunidade de construir o hábito de ter um momento com Deus. Tenha um excelente dia. Que Deus possa falar com você até nas pequenas coisas. No Amor de Cristo, Jesus Equipe | Universalidade da BíbliaPS. Confira o conteúdo transformador sobre Oração, dentro do Módulo Introdutório da Escola da Bíblia Shubert: 1- A Necessidade de Oração2- A Sós Com o Pai3- Pedindo ao Amigo4- Oração em Línguas 15- Oração em Línguas 26- Creiam em Deus7- Importunando Deus8- Oração de Intercessão9- Tirando o Véu do Descrente10- Deus e a Oração na Eternidade» Saiba mais aqui

Versículos bíblicos para enfrentar o abandono

Versículos bíblicos para enfrentar o abandono

Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos atentos às suas orações, mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal.(1 Pedro: 3.12) Introdução: Muitas vezes o homem se sente em completo abandono, mesmo tendo diversas pessoas ao seu lado. Isso acontece porque existe um vazio dentro do seu coração que precisa ser preenchido. Ele tenta, muitas vezes, fazer isso através das festas, dos passeios, do dinheiro, dos relacionamentos, mas descobre que é tudo inútil. E a sensação de abandono teima em tomar conta do seu coração, levando-o a um profundo sentimento de tristeza. Esse vazio somente pode ser preenchido por Jesus, somente Ele consegue suprir de forma completa as necessidades do ser humano. Em vista disso, relacionamos algumas passagens da Bíblia que ajudam a enfrentar esse sentimento de abandono. Pois contém promessas feitas por Deus e que trazem consolo e coragem para continuar seguindo em frente, apesar de tudo. Versículos para enfrentar o abandono em Isaías: 65.17-25 Pois vejam! Criarei novos céus e nova terra e as coisas passadas não serão lembradas. Jamais virão à mente! Alegrem-se, porém, e regozijem-se para sempre no que vou criar, porque vou criar Jerusalém para regozijo e seu povo para alegria. Por Jerusalém me regozijarei e em meu povo terei prazer, nunca mais se ouvirão nela voz de pranto e choro de tristeza. Nunca mais haverá nela uma criança que viva poucos dias e um idoso que não complete os seus anos de idade, quem morrer aos cem anos ainda será jovem e quem não chegar aos cem será maldito. Construirão casas e nelas habitarão, plantarão vinhas e comerão do seu fruto. Já não construirão casas para outros ocuparem, nem plantarão para outros comerem. Pois o meu povo terá vida longa como as árvores, os meus escolhidos esbanjarão o fruto do seu trabalho. Não labutarão inutilmente, nem gerarão filhos para a infelicidade, pois serão um povo abençoado pelo Senhor, eles e os seus descendentes. Antes de clamarem, eu responderei, ainda não estarão falando e eu os ouvirei. O lobo e o cordeiro comerão juntos e o leão comerá feno, como o boi, mas o pó será a comida da serpente. Não farão nem mal nem destruição em todo o meu santo monte, diz o Senhor. Versículos para enfrentar o abandono em Lamentações: 3.19-24 Lembro-me da minha aflição e do meu delírio, da minha amargura e do meu pesar. Lembro-me bem disso tudo e a minha alma desfalece dentro de mim. Todavia, lembro-me também do que pode dar-me esperança. Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã, grande é a tua fidelidade! Digo a mim mesmo: A minha porção é o Senhor, portanto, nele porei a minha esperança. Versículos para enfrentar o abandono em Lucas: 9.57-62 Quando andavam pelo caminho, um homem lhe disse: “Eu te seguirei por onde quer que fores”. Jesus respondeu: “As raposas têm suas tocas e as aves do céu Continue lendo

O testemunho de Gênesis capítulo 14

O testemunho de Gênesis capítulo 14

Todavia, outra corroboração da historicidade e antiguidade das narrativas patriarcais é encontrada no relato de uma invasão da baixa Canaã por uma coalizão de reis da Mesopotâmia (veja Gênesis 14). Na batalha seguinte, Ló, sobrinho de Abraão, que vivia em Sodoma, foi capturado e levado com sua família (Gn 14.12). Abraão entrou na guerra e resgatou seu parente e depois da vitória encontrou com Melquisedeque, o rei-sacerdote de Sodoma (vv. 18- 24). Tão especial é este relato que os altos críticos têm sido forçados a chamá lo de farsa ou creditá-lo a uma fonte isolada (separada das supostas fontes documentais da escola da Alta Crítica usadas na composição do livro de Gênesis e baseada no uso de diferentes nomes para Deus no texto e supostamente na influência sacerdotal referida como J = Javista, E = Eloísta, S = Escola Sacerdotal). O que torna este capítulo tão impressionante é sua listagem de nomes e lugares tão detalhada e precisa (tanto estrangeiros como locais), várias vezes explicada incidentalmente por mais nomes contemporâneos, como “o vale de Sidim” para “o mar Salgado” (mar Morto – v. 3). O u “o vale de Savé” para “o vale dos Reis” (o baixo “vale do Cedrom” – v. 17). Tais esclarecimentos literários estão entre os traços que indicam que este capítulo tenha a marca da antiguidade. Apesar do fato de que aqueles reis nomeados em Gênesis 14 ainda tenham que aparecer nos relatos bíblicos cuneiformes, nós sabemos que os nomes certos estão conectados com os lugares certos. Sabemos disso porque enquanto os personagens específicos não são mencionados fora da narrativa do Gênesis, tais nomes aparecem em vários textos mesopotâmios deste período. Para demonstrarmos isso, consideremos os nomes de quatro reis do Leste dados em Gênesis 14.1. “Anrafel, rei de Sinar” é visto como um típico nome semita ocidental da baixa Mesopotâmia, encontrado tanto em fontes acadianas como amoritas, e possivelmente conectado com o nome amoreu Amud-pa-ila. “Sinar”, em textos egípcios, é usado para Babilônia. “Arioque, rei de Elasar”, aparece como o Arriyuk(ki)/Arriwuk(ki) nos textos de Mari (amorreus) e Nuzi (horeus). Em Mari este era o nome do quinto filho de Zinri-Lim, rei de Mari. “Quedorlaomer, rei de Elam” é claramente um nome elamita, baseado em termos elamitas familiares: kudur (“servo”) e Lagamar, uma deusa principal no panteão elamita. Ele se encaixa no tipo de nomes reais elamitas conhecidos como um tipo Kutur, e é conhecido de pelo menos três exemplos reais. “Tidal, rei de Goim”, é bem atestado como uma forma antiga do nome heteu Tudkhalia, que era o nome de pelo menos cinco governantes heteus. Diz-se que um serviu como “rei de povos/grupos,” o que reflete a fragmentação política que existia no império heteu em Anatólia (Turquia) durante os séculos XVIII e XIX a.C. e permitia o tipo de aliança descrita em Gênesis 14. As condições políticas descritas pela aliança em Gênesis 14 e aquela da coalizão transjordaniana dos reis da bacia do mar Morto foram possíveis em apenas um período da história — o Continue lendo

Versículos bíblicos sobre murmuração

Versículos bíblicos sobre murmuração

Introdução: É muito comum, quando as coisas não vão bem, as pessoas começarem a murmurar. Este tipo de comportamento desagrada, sobremaneira, a Deus. A Bíblia contém diversos versículos que tratam desse tema, mostrando que não se deve reclamar. Entretanto, algumas pessoas são contumazes em murmurar, não seguindo a orientação de não fazer isso. Sendo assim, relacionamos alguns versículos que tratam do assunto, para nossa reflexão. Versículos de murmuração no Antigo Testamento: E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? (Êxodo: 15.24) Até quando sofrerei esta má congregação, que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel, com que murmuram contra mim. (Números: 14.27) Antes murmuraram nas suas tendas e não deram ouvidos à voz do Senhor. (Salmos: 106.25) No dia seguinte toda a comunidade de Israel começou a queixar-se contra Moisés e Arão, dizendo: “Vocês mataram o povo do Senhor”. (Números: 16.41) Mas o povo estava sedento e reclamou a Moisés: Por que você nos tirou do Egito? Foi para matar de sede a nós, aos nossos filhos e aos nossos rebanhos? (Êxodo: 17.3) Como pode um homem reclamar quando é punido por seus pecados? (Lamentações: 3.39) No deserto, toda a comunidade de Israel reclamou a Moisés e Arão. (Êxodo: 16.2) E os homens que Moisés mandara a espiar a terra, e que, voltando, fizeram murmurar toda a congregação contra ele, infamando a terra. (Números: 14.36) Aquele que murmura do seu próximo às escondidas, eu o destruirei. Aquele que tem olhar altivo e coração soberbo, não suportarei. (Salmos: 101.5) Todos eles são os mais rebeldes, andam murmurando, são duros como bronze e ferro, todos eles são corruptores. (Jeremias: 6.28) Cairão neste deserto os cadáveres de todos vocês, de vinte anos para cima, que foram contados no recenseamento e que murmuraram contra mim. (Números: 14.29) Versículos de murmuração nas Cartas de Paulo: Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas. (Filipenses: 2.14) E não murmureis, como também alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor. (1 Coríntios: 10.10) Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus? Acaso aquilo que é formado pode dizer ao que o formou: Por que me fizeste assim? (Romanos: 9.20) Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães. (Romanos: 1.30) Versículos de murmuração nas Cartas Gerais: Irmãos, não se queixem uns dos outros, para que não sejam julgados. O Juiz já está às portas! (Tiago: 5.9) Essas pessoas vivem se queixando e são descontentes com a sua sorte, seguem os seus próprios desejos impuros, são cheias de si e adulam os outros por interesse. (Judas: 1.16) Deixando, pois, toda a malícia e todo o engano, fingimentos e invejas, e todas as murmurações. (1 Pedro: 2.1)

A importância de se entender a cultura para a interpretação bíblica

A importância de se entender a cultura para a interpretação bíblica

Que queremos dizer com cultura? Os dicionários definem “cultura” como “o conjunto dos moldes de comportamento, crenças, instituições e valores espirituais e materiais característicos de uma sociedade”. Portanto, a cultura envolve o que as pessoas pensam e creem, dizem, fazem e produzem. Estamos falando de suas crenças, formas de comunicação, costumes e hábitos, e de elementos materiais como ferramentas, habitações, armas, etc. A cultura de um indivíduo abrange vários níveis de relacionamentos e influências — suas relações com outras pessoas e grupos, a função que exerce na família e na classe social e a nação ou governo a que está sujeito. A religião, a política, as operações militares, as leis, a agricultura, a arquitetura, o comércio, a economia e a geografia da região onde o indivíduo vive e por onde viaja, o que ele e outros escreveram e leram, o que ele veste e a(s) língua(s) que fala — tudo isso influencia seu modo de vida e, no caso de ser um autor bíblico, o que ele escreve. Quando um missionário vai para um país de cultura diferente, precisa saber como aquele povo pensa, em que acredita, o que diz, faz e produz. Ele precisa entender a cultura local para compreender as pessoas e comunicar-se bem. Se você já viajou para o exterior, sem dúvida alguma experimentou algum tipo de “choque cultural” . Isso significa que você sentiu o impacto dos ambientes e dos hábitos diferentes do povo daquela nação. À medida que foi-se familiarizando com aqueles costumes diferentes, o choque amenizou-se. Quando abrimos as Escrituras, é como se estivéssemos entrando num país estranho. Da mesma forma como ficamos confusos com a maneira de agir das pessoas de outros países, podemos ficar confusos com o que lemos na Bíblia. Assim, é importante sabermos o que os personagens bíblicos pensavam, em que acreditavam, o que diziam, faziam e produziam. A medida que procedemos assim, temos mais condições de compreender e transmitir essas informações com mais exatidão. Se não atentarmos nessas questões culturais, podemos ser culpados de fazer uma eisegese, que é projetar na Bíblia nossos conceitos ocidentais do século XX. “A preocupação com o contexto força-nos a um distanciamento de nossas interpretações particulares e a voltarmo-nos para o […] mundo do autor.” Hoje, em vários países, é preciso conhecer os costumes locais. Na Inglaterra, dirige-se do lado esquerdo da rua. Se você se esquecer disso, certamente vai ter problemas! Nós “percebemos” costumes diferentes em grande parte da Bíblia. Então, para interpretarmos corretamente a Palavra de Deus, precisamos entender quais eram aqueles costumes e seu significado. A atenção ao estudo cultural da Bíblia permite-nos conhecer o sentido original, literal e socialmente designado da palavra, expressão ou hábito. […] a “ interpretação literal” fica aleijada sem o auxílio do estudo das culturas. Como acontece com a história bíblica, as questões culturais não são pormenores que podemos pesquisar se sobrar tempo, mas que podemos desprezar quando premidos pela falta de tempo e pelas circunstâncias. Elas são indispensáveis ao entendimento correto das Escrituras Sagradas. Fonte: Continue lendo

Versículos bíblicos sobre maturidade

Versículos bíblicos sobre maturidade

Introdução: A maturidade é um estágio que todos os crentes deveriam buscar de forma incessante. Entretanto, infelizmente, vemos muitas pessoas não dando o devido valor para isso. Entra ano, sai ano e continuam “meninos” na fé, não percebendo a necessidade de amadurecer e de buscar sabedoria. O amadurecimento é um processo e somente é alcançado através de um relacionamento muito próximo com Deus. Sendo assim, relacionamos alguns versículos que tratam do tema, para a sua reflexão. Versículos sobre maturidade no Antigo Testamento: Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria. (Salmos: 90.12) Versículos sobre maturidade nas Cartas de Paulo: Sejam sábios no procedimento para com os de fora, aproveitem ao máximo todas as oportunidades. (Colossenses: 4.5) O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um. (Colossenses: 4.6) Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem, que não seja como insensatos, mas como sábios. (Efésios: 5.15) Aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. (Efésios: 5.16) Quanto ao mais, irmãos, já os instruímos acerca de como viver a fim de agradar a Deus e, de fato, assim vocês estão procedendo. Agora lhes pedimos e exortamos no Senhor Jesus que cresçam nisso cada vez mais. (1 Tessalonicenses: 4.1) Pois vocês conhecem os mandamentos que lhes demos pela autoridade do Senhor Jesus. (1 Tessalonicenses: 4.2) Epafras, que é um de vocês e servo de Cristo Jesus, envia saudações. Ele está sempre batalhando por vocês em oração, para que, como pessoas maduras e plenamente convictas, continuem firmes em toda a vontade de Deus. (Colossenses: 4.12) O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro. (Efésios: 4.14)  Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo. (Efésios: 4.15) Mais versículos de maturidade nas Cartas de Paulo: Prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus. (Filipenses: 4.14) Todos nós que alcançamos a maturidade devemos ver as coisas dessa forma, e se em algum aspecto vocês pensam de modo diferente, isso também Deus lhes esclarecerá. (Filipenses: 4.15) Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça. (2 Timóteo: 3.16) Para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.  (2 Timóteo: 3.17) Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido, pois. (1 Coríntios: 2.15) Quem conheceu a mente do Senhor para que possa instruí-lo? ” Nós, porém, temos a mente de Cristo. (1 Coríntios: 2.16) Entretanto, falamos de sabedoria entre os maduros, mas não da sabedoria desta era ou dos poderosos desta era, que estão sendo reduzidos a nada. (1 Coríntios: 2.6) Pelo contrário, falamos da sabedoria Continue lendo

Adão morreu de verdade ao comer do fruto proibido?

Adão morreu de verdade ao comer do fruto proibido?

Em Gênesis 2.17, Deus advertiu Adão: “Não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá”. Quando Adão e Eva cederam à tentação e comeram do fruto proibido, é certo que não caíram mortos ao chão no mesmo instante, mas continuaram vivendo, a fim de a repreensão de Deus (3.8-19). Tinha razão o Diabo? Teria Deus deixado de cumprir sua ameaça? É certo que não! A morte do casal culpado naquele dia era de natureza espiritual; a física não sobreveio senão séculos mais tarde (Gn 5.5).As Escrituras fazem distinção entre três tipos de morte. Primeiramente, existe a, que é a separação entre alma e corpo. O corpo sem a alma passa pela transformação química — ou dissolução — voltando ao “pó da terra” (i.e., aos elementos de que se compõe). A alma (nepeš) das criaturas subumanas aparentemente cessa de existir (cf. Ec 3.21: “Quem pode dizer se o fôlego [rûaḥ, usada aqui com o sentido de fôlego de vida, metonímia da personalidade imaterial do ser humano ou do animal subumano] do homem sobe às alturas e o ‘fôlego’ do animal desce para a terra?”). No dia em que Adão desobedeceu, foi-lhe imposta a sentença da morte física; pela graça de Deus a execução dessa sentença foi adiada. O povo de Deus no AT estava de todo consciente de que a morte física não significava a aniquilação da pessoa que habitava aquele corpo. Gênesis 25.8 declara que Abraão, depois de sua morte, “foi reunido aos seus antepassados”. Isso pressupõe a consciência contínua no relacionamento com as pessoas que o precederam na morte. Jó 19.25, 26 cita as palavras do patriarca sofredor: “Eu sei que o meu Redentor vive, e que no fim se levantará sobre a terra. E depois que o meu corpo estiver destruído [lit., “despido”), e [lit., “de”] sem carne, verei a Deus” (cf. 2Sm 12.23; Sl 49.15; 73.24; 84.7; Is 25.8; 26.19; Os 13.14). Já em Daniel 12.2, encontramos uma referência à natureza corporal das pessoas falecidas, como que “dormindo” no pó da terra, de onde se levantarão. No NT, essa mesma ressurreição tanto dos maus quanto dos bons será realizada pelo próprio Cristo, como diz João 5.28, 29: “Não fiquem admirados com isto, pois está chegando a hora em que todos os que estiverem nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão; os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para serem condenados”. A implicação é que todos os seres humanos, após a morte permanecem em estado de sono ou de atividade suspensa no que concerne à natureza do corpo. No NT, referências específicas a esse estado de sono dizem respeito aos crentes, pelo menos nas cartas de Paulo (1Co 11.30; 15.51; 1Ts4.14; 5.10). Mas sua alma e seu espírito, que antes da ressurreição de Cristoesperavam naquela parte do Hades, a que Jesus se refere como “junto de Abraão” (Lc 16.22), vão com ele imediatamente após a morte Continue lendo

Versículos bíblicos sobre o fruto do Espírito

Versículos bíblicos sobre o fruto do Espírito

Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade.(Gálatas: 5.22) Introdução: O crente, após aceitar Jesus como Senhor e Salvador, passa a ter uma responsabilidade imensa. Muito embora muitos não atentem para essa situação e vão levando. Entretanto, a nossa vida deve refletir a nova criatura que somos e não a antiga que morreu. Isto é, os Frutos do Espírito devem dominar sobre os desejos da carne. Não é fácil, porém, nessa luta, sairá vencedor aqueles que alimentarmos mais. Versículos sobre frutos do Espírito no Antigo Testamento: Mas, como o meu servo Calebe tem outro espírito e me segue com integridade, eu o farei entrar na terra que foi observar e seus descendentes a herdarão. (Números: 14.24) Mas Moisés respondeu: “Você está com ciúmes por mim? Quem dera todo o povo do Senhor fosse profeta e que o Senhor pusesse o seu Espírito sobre eles”! (Números: 11.29) Entretanto, dois homens, chamados Eldade e Medade, tinham ficado no acampamento. Ambos estavam na lista das autoridades, mas não tinham ido para a Tenda. O Espírito também veio sobre eles, e profetizaram no acampamento. (Números: 11.26) O Senhor desceu na nuvem e lhe falou, e tirou do Espírito que estava sobre ele e o pôs sobre as setenta autoridades. Quando o Espírito veio sobre eles, profetizaram, mas depois nunca mais tornaram a fazê-lo. (Números: 11.25) Era a terra sem forma e vazia, trevas cobriam a face do abismo e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. (Gênesis: 1.2) Por isso o faraó lhes perguntou: “Será que vamos achar alguém como este homem, em quem está o espírito divino”? (Gênesis: 41.38) Eu descerei e falarei com você e tirarei do Espírito que está sobre você e o porei sobre eles. Eles o ajudarão na árdua responsabilidade de conduzir o povo, de modo que você não tenha que assumir tudo sozinho. (Números: 11.17) Então, o Espírito do Senhor apossou-se de Sansão. Ele desceu a Ascalom, matou trinta homens, pegou as suas roupas e as deu aos que tinham explicado o enigma. Depois, enfurecido, foi para a casa do seu pai. (Juízes: 14.19) Os meus lábios gritarão de alegria quando eu cantar louvores a ti, pois tu me redimiste. (Salmos: 71.23) Meus olhos aprovam os fiéis da terra e eles habitarão comigo. Somente quem tem vida íntegra me servirá. (Salmos: 101.6) O tolo dá vazão à sua ira, mas o sábio domina-se. (Provérbios: 29.11) Versículos sobre frutos do Espírito nos Evangelhos: Deixo-lhes a paz, a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbem os seus corações, nem tenham medo. (João: 14.27) Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. (Mateus: 11.29) Versículos sobre frutos do Espírito nas Cartas de Paulo: Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. (Romanos: 12.12) Ao servo do Senhor não convém brigar mas, sim, ser amável para Continue lendo

Verificando os patriarcas

Verificando os patriarcas

A antiga abordagem da escola Albright para com a historicidade das narrativas patriarcais foram sem dúvida iniciadas pela surpreendente verificação arqueológica do império heteu. Agora reconhecido como o terceiro grande império da história antiga no Oriente Próximo, os eruditos não podiam fazer outra coisa senão observar que as referências aos heteus, os filhos de Hete (Gn 10.15), estavam abundantemente espalhadas por todos os relatos patriarcais (Gn 11.27—50.26). Por razões semelhantes, uma reavaliação moderna da evidência arqueológica para os patriarcas tem levado alguns eruditos de volta à uma visão mais conservadora da historicidade dos relatos de Gênesis (Gn 12— 36). Por que issoestá acontecendo? O professor Nahum Sarna recentemente fez esta observação: Como um todo, as narrativas patriarcais possuem um sabor próprio sem paralelo no restante da Bíblia. Elas refletem um padrão de vida e várias instituições sócio-legais que são peculiares ao período, mas freqüentemente atestados nos documentos do Oriente Próximo… a antiguidade das tradições de Gênesis é confirmada por várias práticas patriarcais que diretamente contradizem os valores sociais e as normas de uma era posterior… A narrativa bíblica dos patriarcas (incluindo José) em Gênesis 12— 50 indica um período de Bronze Médio datado do mais recente terceiro milênio aos meados do segundo milênio a.C. (2166-1805). A evidência arqueológica para este período tem emergido na forma do Código de Hamurábi, textos heteus e egípcios, e milhares de tabletes de argila da cidade amorita de Mari (Tel Hariri), a cidade horita de Nuzi, e as cidades de Leilan e Alalakh. A estes podemos acrescentar o fabuloso achado no sítio sírio de Ebla (Tel Mardique), que apesar de ainda controvertida, tem oferecido algum material comparativo. Esta evidência inclui códigos de lei, contratos legais e sociais, e textos religiosos e comerciais. Uma geração atrás, o argumento que estes artefatos criaram para a antiguidade e historicidade dos patriarcas era mais aceito do que é hoje. Em tempos recentes, eruditos minimalistas têm desafiado estas conclusões. Seus esforços, porém, ao invés de serem destrutivos para a posição maximalista, têm cooperado com ela removendo elementos inconsistentes ou desnecessários para o retrato bíblico dos patriarcas. Em particular, a análise minimalista crítica de Thompson quanto a supostos paralelos entre os tabletes de Nuzi e os costumes sociais dos patriarcas tem ajudado a aprimorar o uso desses textos para uma reconstrução maximalista mais acurada da era patriarcal. Mesmo assim, a correção dos paralelos baseados no material de Nuzi, tem provado ser muito mais do que Thompson originalmente propôs. Enquanto ali repousa menos evidência arqueológica para este período do que talvez qualquer outro, comparações cuidadosas de relatos bíblicos com a informação disponível têm oferecido os seguintes argumentos para a sustentação da historicidade patriarcal. O mundo dos patriarcas Os textos de numerosos contratos do antigo Oriente Próximo revelam que o cenário social retratado nas narrativas patriarcais é exato e se encaixa no tempo sugerido pela cronologia bíblica. Um ponto de comparação entre estes textos e a Bíblia envolve leis que regiam a herança. Em Gênesis 49, Jacó abençoa seus 12 filhos, dividindo uma Continue lendo

Versículos bíblicos que mostram que Deus é contigo

Versículos bíblicos que mostram que Deus é contigo

Então o anjo do Senhor apareceu a Gideão e lhe disse: “O Senhor está com você, poderoso guerreiro”.(Juízes: 6.12) Introdução: Ter a certeza que Deus está conosco é a melhor notícia que poderíamos receber. Muito embora, por conta da nossa pouca fé, muitas vezes duvidemos disso. Entretanto, a Palavra de Deus contém muitos versículos que corroboram essa promessa. Sendo assim, mesmo que as circunstâncias queiram nos fazer duvidar, não existe nenhuma dúvida a esse respeito. Por conta disso, relacionamos alguns versículos que mostram, de uma forma muito clara, que Deus está com cada um de nós. Versículos que mostram que Deus é contigo no Antigo Testamento: Ninguém conseguirá resistir a você, todos os dias da sua vida. Assim como estive com Moisés, estarei com você, nunca o deixarei, nunca o abandonarei. (Josué: 1.5) Seja forte e corajoso, porque você conduzirá esse povo para herdar a terra que prometi sob juramento aos seus antepassados. (Josué: 1.6) Eu farei de você uma muralha de bronze fortificada diante deste povo, lutarão contra você, mas não o vencerão, pois estou com você para resgatá-lo e salvá-lo, declara o Senhor. (Jeremias: 15.20) Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa deles, pois o Senhor, o seu Deus, vai com vocês, nunca os deixará, nunca os abandonará. (Deuteronômio: 31.6) Por isso não tema, pois estou com você, não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei. Eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa. (Isaías: 41.10) Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois, o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar. (Josué: 1.9) Versículos que mostram que Deus é contigo nos Evangelhos: Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. (Mateus: 28.19) Ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos. (Mateus: 28.20) Versículos que mostram que Deus é contigo nas Cartas de Paulo: Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito. (Efésios: 3.16) Para que Cristo habite em seus corações mediante a fé e oro para que vocês, arraigados e alicerçados em amor. (Efésios: 3.17) Vocês não sabem que são santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vocês? (1 Coríntios: 3.16) Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá, pois, o santuário de Deus, que são vocês, é sagrado. (1 Coríntios: 3.17) Pois estou convencido de que nem morte, nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente, nem o futuro, nem quaisquer poderes. (Romanos: 8.38) Nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos: 8.39) Versículos sobre o tema nas Cartas Gerais: Conservem-se livres do amor ao Continue lendo

A salvação na teologia de Gênesis

A salvação na teologia de Gênesis

A graça A graça deve constituir o princípio deste tópico, e Gênesis revela que a graça, longe de ser mera resposta ao pecado, é fundamental para a própria criação. Isso transparece na decisão de conduzir “ muitos filhos à glória” envolvida na formação do homem à imagem de Deus e na preparação de um mundo no qual a filiação poderia ser levada à maturidade , e a imortalidade estaria ao alcance do homem (2:9; 3:22). A entrada do pecado introduz na cena outros aspectos da graça, nas medidas tomadas por Deus para preservar a humanidade em algum nível de decência e ordem, e levar certos homens a entrarem em aliança com Ele, por meio dos quais abençoaria finalmente o mundo (18:18). Como “ Salvador” (isto é, Preservador) “ de todos os homens” , Ele é apresentado em Gênesis restringindo a corrupção e a anarquia produzidas pelo pecado, por meio da disciplina do trabalho duro e da mortalidade (3:17, 22), do emprego construtivo dos recursos naturais (3:21), das sanções da lei (9:4-6) e da capacidade de reconhecer obrigações morais (c/. o uso que Abimeleque fez de expressões morais em 20:5,9), como também por meio da influência direta dos Seus servos (por exemplo, 50:20). Como Salvador “ especialmente dos fiéis” (ou “ dos que crêem” ), Ele revela Sua graça escolhendo-os, chamando-os, justificando-os, estabelecendo aliança com eles e ensinando-lhes os Seus caminhos. Estas atividades vêm resumidas nas duas últimas seções seguintes. Eleição Rm 9:6-13 mostra que Gênesis deixa indubitável a soberana escolha de-Deus, mediante as narrativas do nascimento de Isaque e de Jacó Particularmente Jacó foi assinalado em detrimento de Esaú “ ainda antes de haverem nascido, e sem que tivessem feito nem o bem nem o mal” . Longe de serem voluntários fortuitos, esses homens deviam sua existência à intervenção de Deus (pois, como Sara, Rebeca era estéril), e a escolha divina foi mantida contra uma longa história de vacilações e intrigas paternas. A mesma iniciativa divina levantou todos os libertadores, desde Sete, o “ designado” sucessor de Abel (4:25), passando por Noé (cujo papel foi profetizado por ocasião do seu nascimento, 5:29) e Abraão (chamado para longe do seu país e da sua parentela), até José, “ enviado” , contrariamente a todas as intenções humanas, “ para conservar… um remanescente” da família escolhida(45:7,8). Contudo, é importante notar, de passagem, que a escolha de Isaque e de Jacó, antes de nascerem, e a correspondente rejeição de Ismaele de Esaú, estavam explicitamente relacionadas com a função deles,não com a sua salvação ou perdição. Isto é especialmente claro no casode Ismael, rejeitado numa capacidade e aceito na outra. QuandoAbraão orou: “ Oxalá viva Ismael diante de ti” , a resposta de Deus foi“ Não” ao pedido implícito de que tomasse o lugar de Isaque, mas foi“ Sim” às palavras em seu sentido literal. … eu te ouvi: abençoá-loei…” (17:18-21). A eleição, em Gênesis, refere-se ao fato de o homemestar ou não na linha de sucessão que levava a Cristo, a “ semente” queseria Continue lendo