Teologia

Teologia teólogo

Interpretação Bíblica – Os pais da igreja dos séculos V e VI

Interpretação Bíblica – Os pais da igreja dos séculos V e VI

Sete nomes destacam-se entre os pais da igreja dos séculos V e VI, embora Jerônimo e Agostinho sejam os mais conhecidos. ” Jerônimo (c. 347-419) começou adotando a alegorização de Orígenes. Sua primeira obra exegética, Comentário sobre Obadias, foi alegórica. Posteriormente, porém, assumiu um estilo mais literal, depois de ter sido influenciado pela escola antioquina e pelos mestres judeus. O último comentário que escreveu foi sobre Jeremias e seguia a linha literal. Mas ele acreditava Leia mais…

A falácia principal em que se baseia a hipótese documentária

A falácia principal em que se baseia a hipótese documentária

A mais séria de todas as falsas pressuposições subjacentes à hipótese documentária e à abordagem da crítica da forma (a primeira presume que nenhuma parte da Torá teve forma escrita senão depois de meados do século IX a.C, e a segunda afirma que todo o texto hebraico do Pentateuco somente foi redigido depois do exílio) é que os israelitas esperaram durante muitos séculos, após a fundação de sua comunidade, até ver a Torá na forma escrita. Tal pressuposição desaparece diante de Leia mais…

A inscrição Behistun — Chave para o acadiano cuneiforme

A inscrição Behistun — Chave para o acadiano cuneiforme

O que a Pedra Roseta fez pelos hieróglifos egípcios, uma inscrição monumental no Irã (antiga Pérsia), fez pelo acadiano cuneiforme. Acadiano era uma língua semítica da Mesopotâmia, e seus dois principais dialetos (assírio e babilônio) foram usados para registrar os triunfos militares e contos religiosos dos grandes impérios mundiais da Assíria e Babilônia. Ambos estes impérios figuram proeminentemente na Bíblia como nações usadas por Deus para punir os israelitas por sua infidelidade Leia mais…

A interpretação bíblica – Os pais alexandrinos e antioquinos

A interpretação bíblica – Os pais alexandrinos e antioquinos

Duas escolas de pensamento surgiram cerca de 200 anos depois de Cristo. Eram escolas de concepções hermenêuticas que tiveram forte impacto sobre a igreja nos séculos posteriores. Os pais alexandrinos Panteno, falecido por volta de 190, é o mais antigo mestre da Escola Catequética de Alexandria, no Egito, de que se tem notícia. Ele foi professor de Clemente (não confundi-lo com Clemente de Roma, mencionado anteriormente). Não é de admirar que Clemente (155-216), morador de Alexandria, Leia mais…

Definição de religião segundo o livro de  A. B. Langston

Definição de religião segundo o livro de A. B. Langston

A teologia está relacionada com a religião, assim como a botânica com a vida das plantas. Sem a vida das plantas não poderia haver botânica. Sem os astros, seria impossível a astronomia. De igual maneira, é impossível a existência da teologia sem a religião: aquela é uma conseqüente desta. E, portanto, necessário que tenhamos uma ideia clara da religião, pois dela depende a teologia. Sem o entendimento claro de uma, não se pode compreender bem a outra. Consideremos então a religião. 1.1. Leia mais…

Qualificações de Moisés como autor do Pentateuco

Qualificações de Moisés como autor do Pentateuco

Tendo em mente as referências bíblicas à educação acadêmica de Moisés, torna-se logo patente que ele possuía as qualificações exatas para empreender uma obra do porte da Torá. 1. Moisés recebeu excelente formação, como príncipe criado na corte do Egito (At 7.22), num país em que a cultura era superior a de qualquer outra nação do Crescente Fértil. Até mesmo os cabos dos espelhos e das escovas de dente eram adornados com inscrições hieroglíficas, bem como as paredes de todos Leia mais…

A interpretação bíblica – Os pais da igreja primitiva

A interpretação bíblica – Os pais da igreja primitiva

Pouco se sabe sobre a hermenêutica dos primeiros pais da igreja, daqueles que viveram no século I d.C. Mas sabe-se que em seus escritos proliferavam as citações do Antigo Testamento e que entendiam que este deixava prever a Cristo. Clemente de Roma viveu por volta de 30 a 95 d.C. Ele fazia muitas citações detalhadas do Antigo Testamento. Citava também o Novo Testamento com freqüência, visando a reforçar suas próprias exortações. Inácio de Antioquia da Síria, (c. 35-107) escreveu sete Leia mais…

Parabéns a todos os Teólogos! #diadoteólogo

Parabéns a todos os Teólogos! #diadoteólogo

    Dia dos Teólogos | 30 de novembro O teólogo é aquele que se esforça apesar de injustamente ser chamado de o homem que estuda a letra que mata. O teólogo não é frio, ele apaga o fogo estranho. Meus Parabéns aos teólogos bíblicos e quebrantados que conhecem as escrituras e o poder de Deus. “Examinai as Escrituras…”  (João: 5.39) #diadoteólogo #universalidadedabiblia     Leia mais…

Que sólida evidência existe da autoria mosaica do Pentateuco?

Que sólida evidência existe da autoria mosaica do Pentateuco?

É comum nos círculos liberais ou neo-ortodoxos afirmar-se que Moisés nada tem que ver com a composição do Pentateuco. A maior parte dos críticos que sustentam essa versão acredita que os ditos livros de Moisés foram escritos por diversos autores anônimos, tendo início no século IX a.C. e terminando com o “Código sacerdotal”, por volta de 445 a.C. — a tempo de Esdras lê-lo em voz alta na Festa dos Tabernáculos (cf. Ne 8). Outros especialistas, de modo especial os da escola da crítica Leia mais…

A interpretação bíblica – ontem e hoje

A interpretação bíblica – ontem e hoje

A interpretação judaica Esdras e os escribas Quando os judeus retomaram do exílio na Babilônia, tudo indica que falavam aramaico, e não hebraico. Consequentemente, quando Esdras, o escriba (Ne 8.1, 4, 13; 12.36), leu a lei (Ne 8.3), os levitas vv . 7-9) tiveram de traduzir do hebraico para o aramaico. Talvez seja este o sentido de “claramente” (v. 8). O termo hebraico paras significa “tomar claro” ou “interpretar”, e provavelmente o sentido aqui é “traduzir”. Além disso, Leia mais…

O esvaziamento de Cristo

O esvaziamento de Cristo

Enquanto João enxerga em Jesus o Logos que se faz carne, Paulo enxerga em Jesus a forma divina que se esvazia. A ekénosen do verbo kenósis (esvaziar) forma a base da cristologia paulina: “Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.6-8; cf. Rm 15.3; 2 Co 8.9). Esse esvaziamento Leia mais…

O sentido de “logos”.

O sentido de “logos”.

O vocábulo grego logos pode.ser traduzido por “razão”, “palavra” ou “discurso”. É empregado no prólogo do quarto evangelho como uma designação do Filho, que é a revelação do Pai.15 Muitos comentadores sustentam que essa palavra também é um título descritivo do Filho eterno no prefácio da primeira epístola. Assim, Moffatt translitera a palavra grega para o inglês e cunha a expressão “Logos da Vida”. Certamente se pode traçar um paralelo entre o evangelho e a epístola, Leia mais…